
ACOMPANHAMENTO TERAPÊUTICO
O Acompanhamento Terapêutico (AT) é uma modalidade de cuidado psicológico que acontece para além do consultório. Em vez de restringir o atendimento a uma sala, o trabalho pode ocorrer em diferentes espaços da vida da pessoa — como a casa, a escola, o hospital ou outros contextos do cotidiano — sempre de acordo com os objetivos clínicos de cada caso.
Em algumas situações, é justamente no cotidiano que surgem as maiores dificuldades, os impasses e também as possibilidades de transformação.
Como AT eu posso acompanhar essas experiências, oferecer uma escuta clínica e construir intervenções que façam sentido para você.

Como funciona?
O acompanhamento terapêutico é construído de acordo com as
necessidades de cada caso.
Antes do início do trabalho, realizo entrevistas para compreender a demanda, definir os objetivos clínicos e avaliar se o AT é a modalidade mais indicada.
Os encontros podem acontecer em diferentes espaços do cotidiano, como a casa, a escola, o shopping, o hospital, o parque, o metrô ou outros locais pertinentes ao tratamento.
A frequência, a duração e o planejamento são definidos individualmente, considerando a singularidade de cada pessoa.
Para quem é indicado ?

Pode ser indicado para pessoas que estejam enfrentando dificuldades em seu cotidiano e que possam se beneficiar de um cuidado clínico realizado para além do consultório.
Entre as situações em que o AT pode ser recomendado estão:
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dificuldades de autonomia e participação na vida cotidiana;
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processos de adoecimento físico ou psíquico;
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internações e reabilitação;
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inclusão escolar;
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sofrimento psíquico intenso;
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pessoas com deficiência ou condições do neurodesenvolvimento, quando o acompanhamento fizer sentido para o caso;
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processos de envelhecimento;
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contextos jurídicos, como disputas de guarda, adaptação ao regime de convivência e acompanhamento de crianças e adolescentes quando determinado ou recomendado no curso de um processo.
A indicação do acompanhamento terapêutico é sempre construída a partir das necessidades de cada caso, em diálogo com a pessoa, sua família e, quando necessário, com outros profissionais envolvidos no cuidado.
Não sei se preciso de análise ou de acompanhamento terapêutico.
Isso é mais comum do que parece.
Nem sempre é possível saber, antes do primeiro contato, se a demanda será melhor atendida por um processo analítico, por um acompanhamento terapêutico ou por outra modalidade de cuidado.
Nas entrevistas iniciais, essa avaliação é construída em conjunto, considerando a singularidade de cada caso, suas necessidades e os objetivos do trabalho.
Não é necessário saber qual modalidade de atendimento você precisa antes de entrar em contato.
O primeiro passo é uma conversa inicial, na qual construiremos juntos a melhor direção para o trabalho clínico.
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Como é o meu trabalho?
Ofereço acompanhamento terapêutico para crianças, adolescentes, adultos e idosos, construindo intervenções clínicas de acordo com a singularidade e as necessidades de cada caso.
Desde 2020, atuo como Acompanhante Terapêutica em processos de Família, especialmente em casos de disputa de guarda e regulamentação da convivência familiar. Minha trajetória inclui anos de atuação no CEVAT (Centro de Visitação Assistida do Tribunal de Justiça - SP) e, atualmente, o acompanhamento terapêutico em processos em trâmite na 9ª Vara da Família e Sucessões de São Paulo e na 3ª Vara da Família e Sucessões da Comarca de São Bernardo do Campo.
Nesses contextos, acompanho famílias inseridas no processo judicial, especialmente crianças e adolescentes, oferecendo um espaço de cuidado e escuta que preserva sua singularidade diante das demandas do conflito familiar. O objetivo do trabalho é sustentar um espaço em que a criança não seja reduzida ao litígio entre os adultos, preservando seu lugar de sujeito e mantendo o foco em seu desenvolvimento, seus vínculos e seu bem-estar.

Em processos de disputa de guarda e convivência familiar, o Acompanhamento Terapêutico pode fazer parte das medidas de cuidado voltadas à criança ou ao adolescente.
Em alguns casos, o AT acompanha os encontros entre a criança e um dos responsáveis durante o período de convivência, quando isso é considerado clinicamente indicado ou determinado judicialmente.
O objetivo desse acompanhamento não é fiscalizar os adultos nem produzir provas contra qualquer das partes. O foco permanece sendo a criança: oferecer um espaço de escuta, favorecer sua segurança emocional e acompanhar os efeitos que essas experiências produzem em seu desenvolvimento.
Além do acompanhamento das visitas, o AT pode atuar em diferentes momentos do cotidiano da criança, auxiliando em processos de adaptação, fortalecimento de vínculos, inserção em novos contextos e outras necessidades definidas no projeto terapêutico.
Quando o acompanhamento é determinado ou solicitado no contexto judicial, o trabalho é realizado com clareza sobre seus objetivos, respeitando os limites éticos da profissão e, quando necessário e possivel, mantendo diálogo com a rede de cuidado e com o Poder Judiciário.
Mesmo quando o AT acompanha uma visita, ele não acompanha a visita em si; acompanha a criança durante essa experiência.
Como o AT pode atuar em processos judiciais?

Vamos conversar?
Se você tem dúvidas sobre o acompanhamento terapêutico ou deseja entender se essa modalidade faz sentido para o seu caso, entre em contato. Nas entrevistas iniciais construiremaos juntos a melhor direção para o trabalho.
